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Mostrando postagens de 2016

Pra você!

      Ela sorrio, com seu sorriso lindo. Os brincos escrito DIVA, eram legendas naquele momento.    Olhei, sorri e pensei "Putz" Me apaixonei Conversa vai, conversa vem Pedreiragens, porque sou dessas   Me beija? Não. Perdi. Acho que não deu. E o beijo rola e a gente se enrola Ps: Adorei andar de mãos dadas com você aquele dia. E nos outros também. Vai dar namoro. Beija, dorme junto, acorda. Passa horas conversando. Deitadas... Nos meus braços nos teus braços      Eu gosto de ti Se amor é o que resta depois de tudo. Amo a tua sobra em mim.        Vai ser Legal! Você sabe o que.                                                         Pra você! um pouco de mim. sou abstrata até nas palavras escritas, eu sei.

Nove Anos, nonos anos e a importância de se debater violências.

Passei uma manhã trocando ideia sobre violência contra mulher e sobre a Marcha das Vadias com adolescentes do nono ano do Colégio Estadual. Prof. Teobaldo Leonardo Kletemberg, que fica no bairro Sítio Cercado em Curitiba. Foram 3 turmas com cerca de 70 alunas e alunos cada. Foram cerca de 210 alunos e alunas na manhã toda.  A Marcha das Vadias de Curitiba sempre que pode vai a escolas fazer fala sobre a Marcha e sobre as bandeiras que a marcha levanta e luta. É a segunda vez que voltamos nesse colégio do Sítio Cercado e é a segunda vez que tenho a oportunidade de ir junto. Dessa vez o convite não foi de uma professora que participou da marcha, ou que sabia que a marcha se fazia presente em colégios. Foi um convite de um professor de inglês, que após assistir uma capacitação para o corpo docente sobre LGBTfobia com uma das organizadoras, pediu que ela voltasse lá pra falar sobre "violência contra as mulheres", já que ele estava trabalhando musicas em inglês com essa tem...

Pra mim:

É uma loucura olhar pra trás e não me reconhecer, não me encontrar no passado. Era eu, pequenininha só de calcinha na xácara da tia. Tímida e acoada, por estar só de calcinha em um dia de festa de aniversário na xácara. Não sabia. "Como assim ela está só de calcinha?" Era eu, criança (diziam pré adolescente) e temente a Deus com medo de confessar meus pecados aquele homem conhecido, mas estranho, o padre. Que pecados uma criança cometia? Era eu, adolescente e temente a Deus suspirando pelos corredores do convento, por aquele abraço tão, tão, tão... esplendido e pecaminoso que tinha ganho da mocinha que sorria desinibida e que as irmãs diziam que ela precisava se controlar. Era eu, adulta (?) com 18 anos desembarcando na capital, com tanto medo dentro do peito que achava que iria explodir. Infartar, ou qualquer coisa assim. Capial, caipira, da roça, fala errado, puxa o r, pé veRRmelho e completamente inocente. Era eu, adulta (?) com 18 anos, operando um caixa e recus...