É trinta, faço hoje e talvez por esse fato de me tornar uma mulher de trinta que me sinto mais confortável pra escrever sobre minha vida olhando pra ela sem julgamento, apenas olhando pra ela e me compreendendo cada vez mais. A adulta de trinta hoje, consegue falar das mulheres jovens, adolescentes e meninas que já foi nas vidas passadas com a pureza de cada idade que já tive. Da pra viver um dia de hoje como se fosse uma vida inteira e chamar o dia de ontem de vida passada. E começando a falar das minhas vidas passadas, voltado a infância, gostava mesmo de me esfregar com um primo quando era criança. Começou quando tinha cerca de 5 anos, pelo menos é o que minha memória me remete. Me lembro de estar junto com um meio-primo no meio de uma roda de meninos (irmãos e primos, se não me engano estávamos em seis) com os shorts abaixado. Enquanto alguns me tocavam outros diziam o que ele e eu deveríamos fazer. "Pega aqui", "passa ali", "esfrega aqui". Praz...